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Projeto que torna Marcha para Jesus patrimônio cultural segue para apreciação do governador

O deputado Carlos Cezar (PL) é um dos autores do Projeto de Lei 177/2022, que declara a Marcha para Jesus um Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de São Paulo, aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) na noite desta quarta-feira (21), em sessão extraordinária. A propositura agora segue para sanção ou veto do governador.

A Marcha para Jesus da cidade de São Paulo começou em 1992 e, ao longo desses 30 anos, passou a ser considerado o maior evento cristão do mundo, reunindo centenas de milhares de participantes. O evento se espalhou, dando origem a edições da Marcha para Jesus no interior de São Paulo e em outros estados.

Na capital paulista, edição 2022, por exemplo, reuniu cerca de 10 mil caravanas de todo o Brasil no último dia 9 de julho, além de participantes presentes sem inscrição prévia. O grupo percorreu o trajeto entre a Estação Luz do Metrô e à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. No local de chegada, houve apresentações grandes nomes da música gospel nacional.

“É uma bênção emocionante ver milhões de famílias do todo Brasil e, até mesmo, de outros países, de diferentes religiões cristãs, tomar as ruas de São Paulo, sem registros de confusões ou ocorrências policiais, mas apenas para orar, adorar, cantar e louvar o nome do Nosso Senhor Jesus Cristo”, destaca o deputado.

Carlos Cezar ainda é autor da Lei nº 16.003/2015, que instituiu o Dia da Marcha para Jesus no calendário oficial de eventos do Estado de São Paulo; e, enquanto vereador em Sorocaba, da Lei nº 7.458/2005, que criou a Marcha para Jesus no município.

Além de Carlos Cezar, o PL 177/2022 tem coautoria dos deputados Gil Diniz (PL), Altair Moraes (Republicanos), Janaina Paschoal (PRTB), Tenente Nascimento (Republicanos) e Marcio Nakashima (PDT).

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