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O secretário de Estado da Saúde de São Paulo, David Uip, atribuiu nesta sexta-feira (8) as dificuldades para atendimento da demanda dos doentes renais na região de Sorocaba, aos atrasos e às reduções nos repasses de recursos financeiros por parte do governo federal. A resposta foi dada aos integrantes da frente de deputados e vereadores que com ele se reuniu para discutir o assunto.

Na mesma oportunidade, Uip anunciou às lideranças que, a curto prazo, deverá substituir as poltronas do setor de hemodiálise do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), a fim de diminuir a sobrecarga de sofrimento dos que recorrem ao serviço. A reportagem do Cruzeiro do Sul encaminhou questionamentos à assessoria de imprensa do Ministério da Saúde para que se pronunciasse em relação às críticas do secretário, mas até o fechamento da matéria não obteve o retorno solicitado.

À frente do grupo, o deputado Carlos Cezar (PSB) expôs o drama a que estão sujeitos os pacientes que dependem do atendimento no CHS, sobretudo aqueles que fazem uso de remédios de alto custo que só são fornecidos, em boa parte das ocorrências, por ordem judicial.

Além dele, participaram do encontro os vereadores Rodrigo Manga (DEM), presidente da Câmara de Sorocaba; Renan Santos (PC do B) e Pastor Apolo (PSB), além do secretário da Saúde do Município, Ademir Watanabe. Uip, conforme o parlamentar, disse que reconhece a deficiência estrutural, mostrou-se solidário com a causa, mas apresentou números que, segundo seu entendimento, também reforçariam a responsabilidade da União nesse processo.

Em nota, o vereador Rodrigo Manga também fez um histórico das reivindicações apresentadas durante o encontro e citou que "existem falhas na regulação do serviço." "Pacientes de Itu fazem hemodiálise em Sorocaba, enquanto alguns de Sorocaba têm de se deslocar até Itu. Sem falar que falta remédio para evitar rejeição de rim em transplantados", reclamou. O quadro exposto pelo secretário fez com que a frente já se mobilize para agendar audiência em Brasília com o ministro Ricardo Barros para cobrar encaminhamento e solução dos problemas debatidos.

O secretário deu um exemplo que, de certa forma, impressionou os políticos que estiveram em seu gabinete. Disse que se o Estado depender do aporte de determinada importância para suprir alguma ação, o Ministério da Saúde sinaliza que irá repassar 75% do montante necessário, mas, na prática, chegam apenas 50% do valor esperado.

Diante desse quadro, ponderou, fica inviável atender a demanda. David Uip anunciou às lideranças outras medidas que deverá adotar, entre elas a descentralização da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cros). Vai cobrar, com mais rigor, eficiência do serviço prestado tanto pelo próprio hospital quanto por empresas terceirizadas. Uip também quer diminuir e, dentro do possível, acabar com o fluxo de pacientes entre cidades da região para tratamento de doenças renais. Essa providência se aplicaria às cidades de Sorocaba e de Itu, conforme relatado por Carlos Cezar.

Outro grave problema discutido tratou do fornecimento de remédios de alto custo. Segundo o secretário mais de 700 doentes, metade dos quais de Sorocaba, são atendidos com medicamentos necessários ao tratamento da doença. Uip também informou que o gasto com diálise é da ordem de R$ 400 mil mensais.

Reclamou de que a União paga pela média dos procedimentos realizados. Calculou que cada paciente se submeta a 15 sessões por mês, mas que o governo federal leva em consideração para fins de repasse, 12 das intervenções. David Uip afirmou que, a partir de março de 2018, com a entrada em funcionamento do novo Hospital Regional em construção na rodovia Raposo Tavares, as dificuldades devem diminuir.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Começou no dia 27 de novembro e vai até o dia 05 de janeiro, a inscrição para os cursos gratuitos da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). A informação obtida pelo deputado estadual Carlos Cezar foi confirmada em reunião com o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Márcio França, nesta manhã de quinta-feira (23), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

Responsável pela vinda do polo da Univesp para diversos municípios paulistas, Carlos Cezar teve a informação de que foram disponibilizadas mais de 20 mil vagas para os cursos de Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Licenciatura em Matemática, Pedagogia e Tecnólogo em Gestão Pública.

Para fazer a inscrição online, o interessado precisa acessar o site www.univesp.br e acessar o link com um formulário.

“É a Universidade ideal para aquele trabalhador que não tem tempo ou dinheiro para um curso superior. É o ensino à distância, gratuito e com professores das melhores universidades do país como a USP, Unesp e Unicamp”, explicou Carlos Cezar.

Univesp

Responsável pelo maior plano de expansão do ensino superior do país, a Univesp é a melhor alternativa para quem quer cursar uma universidade, mas não tem tempo ou dinheiro para pagar uma faculdade.

O aluno estuda pela Internet, com material pedagógico elaborado por professores da USP, Unicamp e Unesp.

Como os cursos são semipresenciais, os estudantes precisam comparecer a cada 15 dias nos polos, que são espaços físicos nos municípios. Eles oferecem a infraestrutura necessária (computadores, impressoras e acesso à Internet) para o estudante participar das atividades da universidade como provas, discussões em grupo e dos trabalhos orientados por tutores.

Líder do Bloco Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o deputado Carlos Cezar protocolou um projeto de lei que proíbe exposições artísticas ou culturais com teor pornográfico e vilipêndio a símbolos religiosos, em espaços públicos no Estado de São Paulo.

Segundo o texto, entende-se “teor pornográfico” as expressões artísticas ou culturais que contenham fotografias, textos, desenhos, pinturas, filmes e vídeos que exponham o ato sexual e a performance com atrizes e, ou, atores desnudos. Já os “símbolos religiosos” são elementos ou objetos cultuados pelas diversas matrizes religiosas que representam o sagrado e a fé de seus seguidores.

O parlamentar criou o projeto de lei em resposta aos episódios de exposições artísticas investigadas por pedofilia, ocorridas no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e também na exibição do Santander Cultural, “Queermuseum”, em Porto Alegre.

“A família brasileira está sendo constantemente violada com atos pornográficos, de pedofilia, zoofilia, que nada tem de arte, mas apenas aberrações para chamar a atenção. Além disso, estes dito ‘artistas’ pedem respeito com suas obras, mas esquecem dessa palavra quando zombam de símbolos religiosos”, explicou Carlos Cezar.

A medida também torna obrigatória a indicação de classificação etária em exposições públicas ou particulares, com placas indicativas da classificação e conteúdo.

Nesta quarta-feira (08/11), em reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), o deputado estadual Carlos Cezar teve relatoria aprovada do projeto de lei que obriga empresas que prestem serviço de fornecimento de máquinas de cartões de crédito ou débito, a realizarem o reestabelecimento do serviço fornecido, seja por meio de prestação de assistência técnica ou de substituição da máquina defeituosa, em até 48 horas.

De acordo com o projeto, o objetivo é o defender o direito dos comerciantes que se utilizam e dependem do serviço das máquinas ou leitores de cartões.

“O dinheiro em papel está sumindo e o comerciante está cada vez mais dependente das máquinas de cartão para manter seu negócio. Temos que assegurar um prazo para que o comerciante não seja prejudicado quando sua máquina apresente qualquer problema”, justificou Carlos Cezar.

Segundo o projeto, as empresas e instituições bancárias fornecedoras de máquinas ou leitores de cartões deverão registrar e arquivar todas as comunicações de inoperâncias do serviço por elas prestado, devendo cada registro individual de ocorrência conter a data e a hora exata do recebimento da comunicação.

O descumprimento da futura lei sujeitará ao infrator o pagamento de multa de 50 a 70 UFESPS, a ser calculada com base na extensão do período durante o qual o serviço prestado ficou inoperante.