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Cerca de 102 mil moradores do município de Tatuí contarão com mais segurança e fluidez viária. O governador Geraldo Alckmin liberou ao tráfego, nesta segunda-feira (24), as obras de implantação de vias marginais na Rodovia Antônio Romano Schincariol, a SP-127. O evento com o descerramento da faixa teve a presença do deputado estadual Carlos Cezar.

“Com as marginais, a população terá melhoria no acesso aos bairros e indústrias instaladas no trecho, impulsionando o desenvolvimento da região”, explicou o parlamentar.

O pacote de obras conta com duas faixas na pista sul, entre o km 115,33 e o km 116,84. Também foi construída uma passarela no km 116,2, passeio de pedestres, ponto de ônibus e um acesso no km 116,7. No trecho circulam, em média, 5,2 mil veículos por dia. As obras iniciaram em julho de 2016 e geraram 80 empregos diretos, além do investimento de R$ 15,9 milhões.

Investimentos na região

A entrega faz parte de uma série de investimentos em infraestrutura viária na região. A SP-127 foi duplicada em dois trechos. De Cerquilho à Tatuí, a ampliação vai do km 98,47 ao km 105,9, com implantação de retorno no km 95.

Já em Tietê foi entregue a duplicação do km 62,3 ao km 63,64, com implantação de retorno no km 62,85. Todas as obras foram entregues em março deste ano e os investimentos somam R$ 34 milhões. As melhorias foram executadas pela Concessionária Rodovia das Colinas.

Fonte: Site Governo do Estado de SP

Garantir a segurança e o bem estar dos professores dentro e fora de aula. Esta é a meta do próximo projeto de lei, a ser protocolado nos próximos dias na Assembleia Legislativa de São Paulo, pelo deputado estadual Carlos Cezar.

Segundo o autor da proposição, o projeto de lei instituirá a “Política de Prevenção à Violência contra Profissionais da Educação da Rede de Ensino do Estado de São Paulo”.

“Todos os dias temos casos de professores desrespeitados e agredidos em pleno exercício da função. É nossa obrigação garantirmos a segurança e o bem estar destes profissionais que são o alicerce de qualquer sociedade”, explicou Carlos Cezar.

De acordo com o projeto, ficam instituídas normas para promover a segurança e proteção dos profissionais da educação em São Paulo, no exercício de suas atividades laborais, englobando os docentes, os que oferecem suporte pedagógico direto no exercício da docência, os dirigentes ou administradores das instituições de ensino, os inspetores de alunos, supervisores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos.

A proposta do parlamentar é que as instituições de ensino estimulem docentes e alunos, famílias e comunidade para a promoção de atividades de reflexão e análise da violência contra os profissionais do ensino; adotem medidas preventivas e corretivas para situações em que profissionais do ensino, em decorrência de suas funções, sejam vítimas de violência ou corram riscos quanto à sua integridade física ou moral; estabelecer, em parceria com a comunidade escolar, normas de segurança e proteção de seus educadores como parte integrante de sua proposta pedagógica; incentivar os alunos a participarem das decisões disciplinares da instituição sobre segurança e proteção dos profissionais do ensino; e demonstrar à comunidade que o respeito aos educadores é indispensável ao pleno desenvolvimento da pessoa dos educandos.

A lei prevê que as medidas de segurança, de proteção e prevenção de atos de violência e constrangimento aos educadores incluam campanhas educativas na comunidade escolar e na comunidade geral. Além disso, o projeto em fase de estudo prevê afastamento temporário do infrator conforme a gravidade do ato praticado e transferência do infrator para outra escola a juízo das autoridades educacionais.

Caso comprovado o ato de violência contra o profissional do ensino, tendo dano material, físico ou moral, responderão solidariamente a família do ofensor, se menor, o ofensor e a instituição de ensino.

O profissional de ensino ofendido ou em risco de ofensa poderá procurar a direção da instituição de ensino e postular providências corretivas.

Na tarde desta quarta-feira (12/04), o deputado estadual Carlos Cezar (PSB) foi eleito vice-presidente da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Considerada a comissão mais importante da Casa de Leis, a CCJR recebe todos os projetos que são apreciados pela Assembleia Legislativa, tanto os que são de autoria dos deputados como do Executivo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas. Lá é analisado o aspecto legal das propostas, se atendem as determinações constitucionais e se sua redação é condizente com o assunto.

“Sou membro da Comissão de Constituição Justiça e Redação desde meu primeiro mandato e agora fui eleito vice-presidente. Agradeço a confiança dos meus pares que, em votação unânime, me conduziram ao importante cargo”, falou Carlos Cezar.

A atual comissão possui 13 deputados estaduais que apreciam os projetos de lei. A deputada Celia Leão foi reconduzida para mais um mandato na presidência da CCJR.

Nesta quarta-feira (05/04), o deputado estadual Carlos Cezar (PSB) recebeu o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado, Clodoaldo Pelissioni, na Assembleia Legislativa, para tratar sobre a execução do projeto de trem regional de passageiro que liga Sorocaba a São Paulo.

Segundo o secretário, o primeiro trecho a ser construído será o de Campinas à capital e, logo em seguida a via sorocabana.

“Campinas é um trecho mais barato e ainda conta com o Aeroporto Internacional de Viracopos que, em pouco tempo será o maior aeroporto do país. Entretanto, tão logo se inicie a execução do projeto Campinas, Sorocaba deve ser próxima”, explicou.

A proposta é ligar as regiões de Campinas, Vale do Paraíba, Baixada Santista, Sorocaba e São Paulo por um trem com velocidade de 160 quilômetros por hora.

A primeira etapa terá um trajeto de 135 km no total e contará com nove estações, num custo estimado de R$ 5 bilhões. A expectativa é que ele atenda até 60 mil passageiros por dia.

O projeto completo ainda prevê que haja estações ligando São Paulo a Santos, Sorocaba e Pindamonhangaba, em um total de 431 km de percurso.