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No dia 31 de agosto, o governador Geraldo Alckmin assinou convênio com diversos municípios paulistas e entidades, entre eles, R$ 160 mil para a saúde de Campo Limpo Paulista.

A verba indicada pelo deputado estadual Carlos Cezar será utilizada para a compra de uma ambulância, no valor de R$ 120 mil, e também para a aquisição de equipamentos odontológicos, no valor de R$ 40 mil, para o município

A destinação do parlamentar foi um pedido do vereador Marcelo de Araújo que esteve no escritório político do deputado no dia 19 de junho para solicitar os recursos.

“É importante a população saber quem são os deputados que realmente ajudam nossa cidade. O deputado Carlos Cezar é um parceiro de Campo Limpo Paulista e estes recursos serão extremamente importantes para a saúde do nosso município”, explicou o vereador.


O governador Geraldo Alckmin assinou, nesta quinta-feira (31), o 9º lote de convênios do ano com 63 municípios paulistas e entidades, no total de 68 acordos celebrados. O investimento será de R$ 7,6 milhões.
Entre os convênios firmados, dois foram verbas parlamentares destinadas pelo deputado estadual Carlos Cezar. O primeiro para o Hospital do Câncer de Barretos e o segundo para o Instituto do Câncer Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho, ambos no valor de RS 125 mil.
“Estas instituições realizam um trabalho essencial para pacientes não apenas de seus municípios, mas de todo o Estado de São Paulo. Levo como uma obrigação pessoal auxiliar na manutenção destes hospitais que salvam tantas vidas”, explicou Carlos Cezar.
A assinatura dos convênios aconteceu no Palácio dos Bandeirantes e, além do governador e do deputado, contou com a presença do presidente do Instituto do Câncer Doutor Arnaldo, Dr. Sérgio Luiz Innocenzi e também o diretor do Hospital do Câncer de Barretos, Dr. Raphael Luiz Haikel Júnior.
Gpaci Sorocaba
No mês passado, outra instituição beneficiada com verba destinada pelo deputado Carlos Cezar foi o Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil em Sorocaba (Gpaci). O montante atingiu o valor de R$ 200 mil.
Este é o quarto ano seguido que o parlamentar destina verba para a manutenção do hospital infantil sorocabano, no valor total de quase R$ 1 milhão.

Desde o último dia 21 de agosto, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) recebeu 16.780 novos alunos aprovados no último vestibular realizado pela instituição, no mês de julho.

Responsável pelo maior plano de expansão do ensino superior do país, a Univesp, do Governo do Estado, é a melhor alternativa para quem quer cursar uma universidade, mas não tem tempo ou dinheiro para pagar uma faculdade.

“Tivemos recentemente a assinatura de convênio de 38 prefeituras para a instalação de novos polos da Univesp, chegando assim a 100 unidades no Estado. Isso possibilitou o crescimento de vagas de 2.200 para 16.780”, explicou o deputado Carlos Cezar, um dos grandes entusiastas da expansão ajudando na negociação entre Governo do Estado e Prefeituras.

Criada em 2012, a Univesp é uma fundação mantida pelo Governo do Estado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação liderada pelo vice-governador, Márcio França.

“O aluno faz o seu horário e estuda pela Internet, com material pedagógico elaborado por professores das melhores universidades do país, como a USP, Unicamp e Unesp”, explicou o vice-governador Márcio França.

Como os cursos são semipresenciais, os alunos precisam comparecer a cada 15 dias nos polos, que são espaços físicos nos municípios. Eles oferecem a infraestrutura necessária (computadores, impressoras e acesso à Internet) para o estudante participar das atividades da universidade como provas, discussões em grupo e dos trabalhos orientados por tutores. Nesses locais, também é possível solicitar serviços de secretaria acadêmica, assim como tirar suas dúvidas sobre a plataforma digital utilizada pelos estudantes para desenvolver as atividades acadêmicas, que incluem as vídeo-aulas e o acesso ao material didático, bibliografia e sistema para sanar dúvidas com os tutores.

Sete Cursos

A Univesp promoveu recentemente o seu vestibular para os cursos deste ano de Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Licenciatura em Matemática, Biologia, Física e o recém implantado curso de Pedagogia.

O líder do Bloco Parlamentar na Assembleia Legislativa, deputado Carlos Cezar protocolou nesta sexta-feira (04/08), o projeto de lei n° 672/2017, que obriga indústrias de café em cápsulas, os supermercados e hipermercados, a estabelecer o sistema de logística reversa para destinação adequada dos invólucros utilizados.

Pelo texto do projeto, os supermercados e hipermercados deverão disponibilizar recipientes apropriados para a clientela, que servirão como ponto de recebimento das cápsulas de café expresso utilizadas.

Já as indústrias de cápsulas de café ficarão responsáveis por coletar os invólucros descartados nos estabelecimentos, a fim de reciclar ou dar a destinação ambientalmente adequada para descarte.

Segundo o parlamentar, a indústria e os estabelecimentos comerciais poderão atuar em parceria com cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.

“Além do objetivo principal que é a destinação adequada, pensando no meio ambiente, este projeto também pode ser favorável a geração de empregos, tendo em vista a possibilidade de gerar parceria entre indústrias, comércio e as cooperativas de descartes”, explicou Carlos Cezar.

Os estabelecimentos terão prazo de 180 dias, contados da publicação desta Lei, para viabilizar a implantação do sistema de logística reversa. O descumprimento dos termos da presente Lei, acarretará inicialmente em notificação e posteriormente em multa no valor de 500 UFESP’s, (R$ 12.535,00 em valores atualizados) devendo ser dobrada no caso de reincidência.

Logística Reversa

Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a logística reversa é um "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada".

O mercado do café em cápsula no Brasil saltou de R$ 19 milhões, em 2005, para R$ 1,4 bilhão, em 2015. Mais de 7.000 toneladas do café nas embalagens individuais foram vendidas em 2015 no País. Embora represente um mercado em expansão no Brasil e no mundo, falta ao produto uma qualidade importante nos tempos atuais: a sustentabilidade.

De acordo com a Associação de Consumidores Proteste e a Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, o setor não se encarrega, como seria de se esperar de empresas com responsabilidade socioambiental, de adotar as medidas para dar uma destinação adequada a seus resíduos.

Embora a indústria classifique as cápsulas de café como sendo recicláveis, o reaproveitamento do material tem se mostrado inviável, acarretando em uma sobrecarga dos aterros sanitários, o que poderá ser evitado com a aplicação das disposições constantes desta propositura.