13 Set

Dep. Carlos Cezar repudia Santander por exposição de arte que fez apologia à pedofilia e zoofilia

Dar nota para esse item
(0 votos)

Nesta terça-feira (12/09), o presidente da Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Carlos Cezar fez um forte discurso e protocolou uma moção de repúdio contra o Grupo Santander, por conta da exposição “Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira”, em cartaz há quase um mês, no Santander Cultural, em Porto Alegre.

De acordo com o parlamentar, a mostra – cancelada no último domingo, possuía obras que claramente faziam apologia à pedofilia, zoofilia, além de tratar com escárnio os símbolos cristãos.

“Dizer que é arte, não dá o direito de cometer crimes. A liberdade, mesmo que de expressão, termina assim que ela é utilizada para ofender o próximo gratuitamente”, explicou Carlos Cezar.

Em seu discurso, o parlamentar lembrou o início do século 20, quando intencionalmente o artista Marcel Duchamp expôs um urinol como obra de arte numa galeria.

“A arte passou a ser qualquer coisa que o ‘artista’ diga ser e quem discordar só pode ser um ignorante, um intolerante. Daí é possível entender a existência de uma exposição que retrata pedofilia e zoofilia como mera diferença sexual e, como todas as diferenças, teriam de ser toleradas”, elucidou.

Para ele, muitos artistas estão mais preocupados em chocar os espectadores do que trazer à tona assuntos de reflexão. “Muitos são militantes travestidos de artistas, que buscam impor uma agenda ideológica e quem discordar é um fascista”, finalizou Carlos Cezar.

Após grande repercussão nas redes sociais, o Santander – que perdeu 20 mil clientes em dois dias, cancelou a mostra, pediu desculpas à sociedade e prometeu devolver os R$ 800 mil captados da Lei Rouanet para a realização da exposição.

Últimas de Administrador Geral

voltar ao topo